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Campeão Gonzaga assina segunda vitória consecutiva

Atualizado: 18 de dez. de 2021

Num dia que de Verão teve absolutamente nada, os pilotos do Campeonato de Portugal de Kartcross by Diatosta viram as condições climatéricas fazerem das suas.



O início desta manhã de domingo trouxe consigo o mau tempo, com a chuva e nebulosidade a assumirem papel preponderante ao longo de toda a jornada. De tal forma que, após a terceira corrida de qualificação, a ordenação dos pilotos era bem diferente que aquela com que se tinha terminado o dia de sábado.


Os líderes Santinho Mendes e Pedro Rosário caíram várias posições na geral, mas a derradeira qualificação acabou por repor um pouco a ordem, com Mendes a regressar à primeira posição e Rosário a assumir o quarto posto, isto enquanto Jorge Gonzaga subir uma posição para ir para as meias-finais em segundo e Tiago Freitas a chamar a si o terceiro lugar depois de algum sobe e desce.


As meias-finais, e apesar do estado da pista estar por essa altura já bem complicado, não trouxeram surpresas de maior. Santinho Mendes revelou-se o mais forte no primeiro embate, isto depois de um arranque menos positivo, enquanto na segunda corrida de apuramento para a Final foi o Campeão João Gonzaga quem se impôs a liderar desde a partida. Um ritmo forte que lhe garantiu a pole position para a corrida decisiva.


Ainda assim, Gonzaga não teve uma prova 100% tranquila já que se viu batido por Mauro Reis no arranque, que se colocou em posição de vantagem para chegar na frente do pelotão à Curva 1. Contudo, o ritmo revelou-se demasiado forte e o piloto acabou por abrir muito a trajectória, o que deixou caminho livre a Gonzaga para rodar rumo à segunda vitória consecutiva. Um triunfo que nem mesmo a ida à obrigatória Joker Lap colocou em causa, graças à vantagem que tinha assegurado até então.


Com a liderança já decidida, a segunda posição acabou por ficar nas mãos do líder do Campeoanto de Portugal de Kartcross by Diatosta, Alexandre Borges, enquanto o mais baixo do pódio foi rubricado por Tiago Freitas.


Já Santinho Mendes, que largou de segundo depois de se ter destacado nas corridas de qualificação e também na sua meia-final, teve um derradeiro embate para esquecer. A confusão à abordagem à primeira curva e uma largada menos conseguida ditou a queda no pelotão. O recém-formado piloto de aviação civil ainda recuperou algum terreno, mas depois viu também o motor do seu Semog Bravo começar a fumegar, o que não lhe permitiu ir além de quinto, isto apesar de ter concluído a cerca de quatro décimos de segundo do quarto posto de Luís Almeida e já com o sol a querer dar um ar da sua graça antes da viagem de pilotos e máquinas rumo a um merecido mês de férias.

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